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Conflito entre Hamas e Israel



O advento da internet criou inúmeras possibilidades nas relações sociais com a interatividade. Não são apenas informações exibidas em uma tela a escolha do leitor. Pois, agora temos uma correspondência entre o cliente e o servidor. Em um click tudo se transforma: tenho a possibilidade de criticar, assistir ou de me comunicar com outras pessoas do outro lado do mundo. Porém, relacionada a alta interatividade temos uma alta produção de textos e muitos destes, não passam de um lixo cibernético. Para comprovar tal ponto de vista criaremos um paralelo no que tange o conflito Hamas versus Israel, entre uma grande mídia, que vem sendo saco de pancadas no sensu comum, e a internet, que definitivamente caiu no gosto da população.

Na sessão online da Revista Veja um autor não identificado propõem-se mostrar os posicionamentos de Israel e do Hamas. Para isto escreve alguns tópicos sobre cada instituição e faz uma pequena biográfica das personalidades mais importantes no conflito. Na introdução a matéria já se revela tendenciosa adjetivando o Hamas de terrorista. Ora, terrorismo não é “uso ou a ameaça de violência, com o objetivo de atemorizar um povo e enfraquecer sua resistência[1]”? Então Israel também é adepto de práticas terroristas.
A bibliografia feita no decorrer da matéria também é desproporcional, pois, para o lado de Israel existem cinco personagens citados enquanto que para o Hamas[2] há apenas dois.  No final da matéria, é mostrado alguns dos mediadores do conflito. Entre eles, a Organização Das Nações Unidas merece destaque. São mostradas algumas atuações históricas da ONU e o sua intervenção na Faixa de Gaza, território disputado por Israel e Palestina. Neste ponto o autor fala em um possível crime de guerra por parte de Israel, por causa de bombardeios em escolas e hospitais. Estas suspeitas, são investigadas pela ONU.
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Solo

O homem possui grandes problemas. O maior deles, sem dúvida, é a falta de inspiração que limita a capacidade de criação. Pobre de mim, buscando inspiração em pascal para escrever. Aliás, ninguém lê Pascal, mas vale a pena citar mesmo assim. Certa vez este disse: Duvidar de deus é crer na sua existência. Traduzindo... São as pessoas buscando respostas para convencer a sí mesmo. Ou seja, quando teorizamos algo e mostramos a outro, o humano tenta convencer a ele próprio.

Pior do que convencer a si mesmo é tentar convencer o outro. E o problema maior, é quando o outro não quer ser convencido. Sou Ateu, para mim deus é um caso resolvido e não penso sobre o assunto e pronto, fecho o livro e vou ler outro volume. Mas como dizer a um neoevangelico que não quero aceitar Jesus? Como dizer não a todos os convites da santíssima igreja do 324324 mil dias?

A principal qualidade do ateu é ser chato e pessimista! Mas, ultimamente pairava a felicidade em meus pensamentos devido aquele projeto que visava a retirada da frase deus seja louvado das cédulas. Para a minha depressão, a ideia foi rejeitada pelo Tribunal de São Paulo. Que pena! Mas ainda posso ser inconveniente, pois o legal de ser chato é tirar o outro da posição de conforto.

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Uma Breve reflexão sobre o ofício



Um dos maiores passou que a humanidade já realizou, possivelmente, foi o aprendizado baseado no ontem. A memorização do passado - a história – possibilitou o armazenamento de experiências, tanto boas como ruins, que ensinaram o humano a lidar com situações similares (parecidas) a de outros períodos. A história ao longo do tempo ganhou credibilidade, avançando do campo das “experiências de vida” dos primórdios para a História Ciência do século XIX. A história enquanto ciência do conhecimento humano possibilitou um aporte teórico para os demais campos do conhecimento, como a matemática, química e biologia. Ela também se legitimou por si mesma, ou seja, como estudo do homem no transcurso do tempo.
 
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