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Conflito entre Hamas e Israel



O advento da internet criou inúmeras possibilidades nas relações sociais com a interatividade. Não são apenas informações exibidas em uma tela a escolha do leitor. Pois, agora temos uma correspondência entre o cliente e o servidor. Em um click tudo se transforma: tenho a possibilidade de criticar, assistir ou de me comunicar com outras pessoas do outro lado do mundo. Porém, relacionada a alta interatividade temos uma alta produção de textos e muitos destes, não passam de um lixo cibernético. Para comprovar tal ponto de vista criaremos um paralelo no que tange o conflito Hamas versus Israel, entre uma grande mídia, que vem sendo saco de pancadas no sensu comum, e a internet, que definitivamente caiu no gosto da população.

Na sessão online da Revista Veja um autor não identificado propõem-se mostrar os posicionamentos de Israel e do Hamas. Para isto escreve alguns tópicos sobre cada instituição e faz uma pequena biográfica das personalidades mais importantes no conflito. Na introdução a matéria já se revela tendenciosa adjetivando o Hamas de terrorista. Ora, terrorismo não é “uso ou a ameaça de violência, com o objetivo de atemorizar um povo e enfraquecer sua resistência[1]”? Então Israel também é adepto de práticas terroristas.
A bibliografia feita no decorrer da matéria também é desproporcional, pois, para o lado de Israel existem cinco personagens citados enquanto que para o Hamas[2] há apenas dois.  No final da matéria, é mostrado alguns dos mediadores do conflito. Entre eles, a Organização Das Nações Unidas merece destaque. São mostradas algumas atuações históricas da ONU e o sua intervenção na Faixa de Gaza, território disputado por Israel e Palestina. Neste ponto o autor fala em um possível crime de guerra por parte de Israel, por causa de bombardeios em escolas e hospitais. Estas suspeitas, são investigadas pela ONU.
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Solo

O homem possui grandes problemas. O maior deles, sem dúvida, é a falta de inspiração que limita a capacidade de criação. Pobre de mim, buscando inspiração em pascal para escrever. Aliás, ninguém lê Pascal, mas vale a pena citar mesmo assim. Certa vez este disse: Duvidar de deus é crer na sua existência. Traduzindo... São as pessoas buscando respostas para convencer a sí mesmo. Ou seja, quando teorizamos algo e mostramos a outro, o humano tenta convencer a ele próprio.

Pior do que convencer a si mesmo é tentar convencer o outro. E o problema maior, é quando o outro não quer ser convencido. Sou Ateu, para mim deus é um caso resolvido e não penso sobre o assunto e pronto, fecho o livro e vou ler outro volume. Mas como dizer a um neoevangelico que não quero aceitar Jesus? Como dizer não a todos os convites da santíssima igreja do 324324 mil dias?

A principal qualidade do ateu é ser chato e pessimista! Mas, ultimamente pairava a felicidade em meus pensamentos devido aquele projeto que visava a retirada da frase deus seja louvado das cédulas. Para a minha depressão, a ideia foi rejeitada pelo Tribunal de São Paulo. Que pena! Mas ainda posso ser inconveniente, pois o legal de ser chato é tirar o outro da posição de conforto.

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Uma Breve reflexão sobre o ofício



Um dos maiores passou que a humanidade já realizou, possivelmente, foi o aprendizado baseado no ontem. A memorização do passado - a história – possibilitou o armazenamento de experiências, tanto boas como ruins, que ensinaram o humano a lidar com situações similares (parecidas) a de outros períodos. A história ao longo do tempo ganhou credibilidade, avançando do campo das “experiências de vida” dos primórdios para a História Ciência do século XIX. A história enquanto ciência do conhecimento humano possibilitou um aporte teórico para os demais campos do conhecimento, como a matemática, química e biologia. Ela também se legitimou por si mesma, ou seja, como estudo do homem no transcurso do tempo.
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Provocações





O essencial é saber ver,
mas isso, triste de nós que trazemos a alma vestida,
isso exige um estudo profundo,
aprendizagem de desaprender.

Eu prefiro despir-me do que aprendi,
eu procuro esquecer-me do modo de lembrar
que me ensinaram e raspar a tinta
com que me pintaram os sentidos,
desembrulhar-me
e ser eu.

De Fernando Pessoa.
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Minuano

Como é estranho pensar na humanidade e suas características, como por exemplo, seu poder de adaptação. Habitamos até os lugares com as condições mais adversas do planeta. Se esta fosse quadrada, estaríamos até nos obscuros rincões, mas como é redonda,  contentamo-nos em residir nos subsolos, nos arranha-céus, em cima de lagos, nos oceanos, nas geleiras, e, até mesmo fora dela: nos satélites artificiais. Esta reflexão se deu a caminho da universidade.

É preciso se adaptar no Brasil: em Fortaleza é verão o ano todo; em Manaus chove quase todo dia; em Brasília o clima é seco; Curitiba é imprevisível, ocorre tudo ao mesmo tempo; já a cidade Rio Grande-RS não é tão frio quanto São Joaquim-SC, municipio mais frio do Brasil, mas o vento castiga igual.

Uma ventania, proveniente das massas polares, que chega com força a cidade devido a sua proximidade do mar. É necessário se acostumar e isso é engraçado. As pessoas dão nomes aos ventos para torná-los mais familiares, como se nomeia um animal doméstico ou um filho.
Dar nomes e criar significados  é uma extratégia típica do ser humano para se aproximar de um objeto, tentando entende-lo. Talvez isso alivie as dores do humano, as dores da dúvida que paira por não entender o processo. 

O que nos castiga chama -se Minuano - um nome derivado de um grupo indígena da região. A matemática funciona neste caso, é só manter a proporcionalidade: uma toca, três blusas e duas calças.

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Festa de Junho

Felizmente acabou a minha sequencia de textos, que eu chamava de artigo, mas sabendo que não era. Diziam as vozes do destino que, faltava uma metodologia e uma teoria a ser seguida, não possuía uma cientificidade. Passei os incessantes dois minutos defendendo meu ponto de vista, até ceder.


Resolvi postar nesse blog para que minhas ideias não se perdessem no tempo, pois, tirando os erros de português e todo o resto que escrevi, o artigo é um colossal de revelações.


Percebam que estou sem prática na escrita, mas ainda sou um grande enrolador, tanto, que já foram dois parágrafos curtos e eu não escrevi nada. Todavia, ainda tenho uma carta na manga: falar mal dos feriados.
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As Veredas já percorridas

Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.  
Continuação... [7]
Há algum tempo atrás, se discutiu muito a falibilidade da história como ciência, se é que poderia ser considerada uma. Todo o trama deste debate, envolvia várias discussões como a relatividade histórica, em que tudo era interpretativo, então tudo poderia ser verdade ou mentira (a grosso modo, seria isso). Aparentemente, a discussão cessou e a história-ciência sobreviveu; contudo, alguns assuntos ficaram em aberto, pois os erros identificados no passado continuam a serem cometidos, mesmo com aviso prévio.
A falta de visão do mundo, não se dá porque podem ter-se duas visões diferentes sobre o mesmo assunto, mas sim, por não haver interpretações de quem deveria pensar. Quero dizer novamente, que as discussões se limitam ao clichê historicista, não chegando à sociedade, portando, não existe como uma pessoa discernir o que é positivo ou negativo, ou seja, o que prejudica ou colabora com a sociedade.
A história que as pessoas conhecem e desfrutam, seria a história enigmática de grandes figuras e sociedades, na qual é explorado o interessante ao senso comum, como por exemplo, documentários que mostram sociedades antigas como os incas fazendo sacrifícios de milhares de pessoas. Também usa - se a partícula de condição “se” para criar toda uma ficção inconcebível para a história, como dizer que, “se os incas não fizessem sacrifícios, hoje eles seriam super desenvolvidos e teriam dominado o mundo”. Esta história fraca e banal que toma o lugar da história cientifica, também cria pensamentos ilusórios, ao ponto, de através de uma ficção histórica – como a trama de anjos e demônios – criam pensamentos inexistentes que cogitam a existência de “iluminates”1. Este fenômeno pode ser explicado pelo que já foi proposto, em que, a história do “Discovery Channel”2 é mais acessível e compreensível que um artigo do Paul Veyne3. Contudo, não entendam isso como uma crítica ao escritor, mas sim, a ciência.
Conforme o tempo se passa, cada vez mais, se torna necessário procurar atalhos por caminhos já percorridos, pois existe a impressão que tudo já foi desvendado. Um problema que surge, é que as soluções ou teorias são pensadas de forma grandiosa, sem perceber que a resolução está no simples. E é por isso que há uma crítica à ciência na sua totalidade (incluindo as exatas) no parágrafo anterior. Vamos pensar em um problema sem solução, como por exemplo, semáforos para daltônicos. Um deputado irá legislar e proibir que os mesmos tirem habilitação, mas isso não resolveria o problema; já um cientista da informática irá querer computadorizar o carro e o sinaleiro, sincronizando - os e fazendo o carro parar quando o sinal estiver fechado, contudo, isto custaria alguns milhões só no projeto inicial; já a solução simples seria um sinaleiro com persianas independentes na frente de cada lâmpada, sendo que quando uma acende, a persiana abre, permite que a luz passe, podendo ser visualizada pelo motorista convencional e decifrada pelo daltônico, pois enquanto a persiana de uma lâmpada está aberta, as outras estão fechadas.
Todo esse paradigma parece um tanto quanto utópica, mas não é; só é necessário um primeiro impulso para a formação de uma marola, que ao chegar perto da costa ganha força e se torna um “Tsunami”. Com um mundo inundado de soluções simples, não se precisa mais de um impulso, pois quando a ideia se propaga, ela já cria sua própria força motriz.

1 Nome dado ao grupo que controla o mundo segundo a ficção “anjos e demônios”.
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O Discovery Channel é um canal de televisão por assinatura distribuído pela Discovery Communications destinado a apresentação de documentários, séries e programas educativos sobre ciência, tecnologia, história, meio ambiente e geografia. (Definição: Wikipédia).

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Historiador Francês.
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A Literatura Científica

Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.  

Continuação... [6]

 
 
Talvez a maior problemática do mundo sem solução, esteja na incoerência das pessoas em criticarem algo sem apresentar uma proposta de melhora, ou então, nem a procuram.
Para não entrar nesse túnel sem saída, alguns dos tópicos deste artigo foram escrito no que agora é a literatura científica. Usa-se a palavra literatura, por ser algo agradável, no qual a grande maioria das pessoas tem acesso, já a ciência - sendo algo mais lógico, coerente, racional - que passa do campo da imaginação, se materializando em “verdade”. O produto destes dois conceitos aparece mais nitidamente em o “Tranlucides Abstrata”, “A Revolução Tecnológica” e “A Literatura Científica”; enquanto isso, nos outros tópicos, quando essa metodologia aparece, é de maneira discreta, quase imperceptível.
O objetivo está longe de criar uma lei, que se torne uma verdade e todos a sigam. A ideia inicial é aumentar o debate, portando, que use essa forma de escrita, quem tiver interesse.
 
 
...Continuação 
 
   Texto 1, 2, 3, e 5 

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Revolução Tecnológica


Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.  

 ...Continuação [5]
 
O que move o mundo são as tecnologias e não o dinheiro, o capital foi apenas uma maneira de ter controle das tecnologias. A edição deste artigo seria impossível sem um computador ou lápis e papéis, que são tecnologias. É possível escrever sem dinheiro, e é o que muitos fazem atualmente, inclusive o redator deste artigo, mas é impensável produzir algo sem os apetrechos citados anteriormente, até porque, seria como volta às civilizações antigas onde eram talhados os textos em placas de barro.
Os códigos e símbolos são um dos maiores divisores de águas de todos os tempos. A história foi o fator determinante para a transição dos homens nômades para agricultores, levando em consideração, tudo que ocorreu neste gigantesco período, foi passado de geração em geração, acumulou-se um aprendizado, ou seja, uma história. Esta, que só começou a ser materializada com o invento da escrita, como muitos afirmam. Então, pode-se dizer que, as linguagens reinventaram o homem, portanto, não existe motivo para limitar a comunicação.
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Limitação do Conjunto de Ideias


Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la. 

...continuação[4]

Como já pré-anunciado, existe uma limitação do conjunto de ideias historicista, causado pela restrição do debate. Esta limitação é causada pelo tópico explicado anteriormente, no qual se exclui praticamente toda a população que também poderia contribuir para o conflito de ideias, enriquecendo a discução.
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Arrogância Natural


Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la. 

...continuação[3]

Conforme as pessoas aprendem, seja, graduando-se ou então com as experiências de vida, sua mentalidade cria novos conceitos e habilidades. Este indivíduo se coloca, em outro patamar de idéias a partir de um novo conhecimento obtido, mas jamais retorna ao nível anterior (Platão, através das histórias de Sócrates, demonstra melhor este pensamento, por meio do mito da caverna). Com este novo entendimento, o ser, expande a gama de possibilidades, mas isso, não significa que o mundo acompanhe o mesmo ritmo. Não é porque uma pessoa começa a dominar uma nova propriedade algébrica, que as outras pessoas ao seu arredor também aprendam.
É perfeitamente normal, que uma pessoa com certo grau de estudo possua um vocabulário rebuscado, mas este ser, quando escreve, precisa analisar para que se está escrevendo. Na grande maioria das vezes, se escreve para se comunicar – o que é óbvio- então, o segundo passo seria selecionar um público, que no caso de um texto científico seria o meio acadêmico. Contudo, não há sentido nenhum em criar uma teoria para não ser usada, sendo assim, precisa se escrever para todos e não para um grupo de pessoas que tem praticamente os mesmos conhecimentos.
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A Complexidade do Mundo Atual

       Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.  

...continuação [2]



          Primeiramente, o mundo atual é tão complexo quanto no passado, mas a partir do século XX, com o avanço dos estudos sociais, as pessoas começaram a ter maior noção desta problemática. Há quinhentos anos, não existia nenhuma restrição que impossibilitasse a exploração de uma colônia, desde que o colonizador, respeitasse os acordos feitos com outras metrópoles, como por exemplo, o tratado de Tordesilhas. Outro caso parecido ocorreu pouco antes da virada do século XIX para o XX, quando iniciou- se o loteamento da África, sob a argumentação de desenvolver-los, porquê, segundo o pensamento da época, acreditava – se que estes povos eram mais atrasados que os europeus. Porém, nos dias atuais, quando um governo interfere em outro estado, surgem diversas perguntas – pois, a motivação seria econômica? Uma cultura interferiria na outra? A diplomacia internacional estaria em risco? Há congressos definindo as novas diretrizes? -, sendo alvo de discussões internacionais. Houve também a corrida nuclear que foi feita sem nenhum estudo de causa e feito, tendo o mundo hoje, bombas o suficiente para silenciar o insilenciável, calando a vida completamente e com sorte, restando somente às baratas. Atualmente, surge a preocupação em saber, se o programa nuclear iraniano ou brasileiro, são para energia atômica ou tem fins bélicos.
Existem hábitos próprios de cada povo, línguas diversificadas, estruturas geografias peculiares a uma região, histórias diferentes de cada cultura, portanto, há um imensurável espaço amostral[1] terráqueo, mas também recentemente, se incluindo o universo além da terra. Possui – se, aproximadamente sete bilhões de pessoas no mundo, tendo cada uma um tipo de personalidade, opinião, cor, educação, renda e emprego. Segundo as vozes da história, esta imensa gama – citada anteriormente – é a responsável pela falta de teorias históricas, que explicariam o mundo atual por completo.
Como se pode observar, por enquanto, este texto não diz nada de revelador, que mude a condição financeira ou existencial do escritor, ou revolucione a sociedade em que estamos inseridos, mas nos próximos tópicos, existirão conceitos fáceis de ser observado, porem, que dificilmente são notados pelos historiadores.


[1] o espaço amostral ou espaço amostral universal é o conjunto de todos os resultados possíveis de um experimento , por exemplo, se o experimento é lançar uma moeda e verificar a face voltada para cima, o espaço amostral é o conjunto {cara, coroa} (definição: Wikipédia)

 

Continuação...


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Translucides Abstrata


Este texto, é o primeiro de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la. 

Quando para -se para pensar, sobre o todo que nos cerca, chega- se a ser impossível conseguir distinguir o que é novo ou velho. È como se um turbilhão de imagens nos atingisse causando uma cegueira. São símbolos que vivem na mesma época e se misturam, apesar de suas idades possuírem milênios de diferença. Contudo, idade não é documento, um bom exemplo disto é o saleiro, que há muito tempo aguarda por uma alma bondosa e sensível para reinventá-lo, tornando-o realmente útil. Já as tecnologias mais recentes, se renovam no dia-a-dia – é incrível – tanto com conexões de alta velocidade, comunicações instantâneas ou robôs com precisões absurdas. A impressão que se tem, é de que as ferramentas do presente passam por mutações, com maior velocidade do que as do passado. O ontem, é tratado como um senhor de idade que não se pode questionar, cujo ato pode soar como desrespeito, entretanto, problemas antigos continuam sem soluções, como por exemplo, o leite que insiste em sair da caixa, desviando do copo, sendo atraído para o chão ou então o mundo, que insiste em desgastar as mesmas palavras já usadas no passado, tal como socialismo, capitalismo e comunismo.
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Outro ponto de vista sobre o mesmo ponto

Por algum momento, o silêncio impera e a fantástica fábrica de preconceitos, pausou a fabricação de discussões.
Até onde a memória alcança, a ultima grande discussão fabricada pela mídia que esteve em pauta foi a da homossexualidade, resultando em alterações no código penal. É compreensível a causa, mas toda esta besteira de leis e debates, que desviam a atenção do principal problema brasileiro, poderia ser evitada.
Parece assustador né? Sem dúvida, mas veja a seguinte reflexão:

Se um homem e uma mulher, um feio e a outra bonita ou vice e versa ficam juntos, é certo que estarão sujeitos a comentários e interpretações de terceiros, como por exemplo, piadas. Isto ocorre, por causa dos padrões e estereótipos pré-estabelecidos pela sociedade; o que o casal poderia fazer, é viver até que o meio a sua volta aceite a situação.

No caso criado anteriormente, aquelas pessoas teriam de viver sem o apoio da mídia ou da legislação e se, suas vontades de ficarem juntos fossem forte, passariam qualquer dificuldade e o mesmo, deveria se aplicar com as pessoas do mesmo sexo que são apaixonadas, até porque estes querem ser tratados como casais comuns.
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Minha Versão do Rio Grande do Sul

Ouvir falar de chimarrão, churrasco ou gre-nal sem lembrar-se do gigante extremo sul do Brasil, é impossível. Estas palavras são sinônimas de um estado que tem sua história assinalada pela resistência. Um povo diversificado, formado por portugueses, espanhóis, alemães, italianos, franceses, poloneses, africanos e indígenas. Esta miscigenação criou um linguajar próprio do estado.
Seja em Rio grande, onde ocorreu o fortalecimento do porto, para propiciar a colonização e criação de gado, em meados do século XVIII, seja em São Miguel Arcanjo, uma das cidades integrantes dos Sete Povos das Missões, onde Jesuítas espanhóis catequizavam indígenas, sabe-se que “guapo” significa forte, valente e bravo.
Tanto em Nova Petrópolis, onde conserva-se a arquitetura alemã, ou em Porto Alegre, cidade natal de Mário Quintana, sabe-se que “bate coxa” é dançar. Em Caxias do Sul, onde ocorreu grande imigração italiana destacando-se na vinicultura, ou em Santa Maria, cidade que ganhou lugar privilegiado na paleontologia, devido à descoberta dos possíveis dinossauros mais antigos do mundo, entende-se que “não ter alce” é equivalente a não dar trégua.
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Mais um entre tantos


Um homem como outro qualquer, decidiu ir a um retiro espiritual para aprender a verdade; foi uma de suas experiências mais incríveis – o palestrante conhecia a sua vida inteira – era como se o pregador fosse divino.
Tornando mais sábio entre os seus, revolveu pregar a verdade absoluta, mas existia contradições que o fizeram pensar. Seu pai por exemplo, trabalhou a vida inteira e quando precisou da justiça, a mesma o traiu. Thémis, possui uma venda, mas a sua balança nunca fora imparcial, sempre pendendo para a aristocracia; sua espada, corta os sonhos de quem a ama.
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Foi o que vi

Certa vez estavam Judas e Jesus caminhando pelo paraíso, quado o primeiro resolveu perguntar a Jesus, o por quê de tanta confusão na terra. Jesus disse:

- E eu que sei? Me sacrifiquei a toa, preguei amor e tolerância, mas as pessoas que se dizem meus seguidores, são as que menos tem estes sentimentos; lutam contra um inimigo inexistente, que não passa de uma péssima interpretação das brincadeiras do meu pai; o nome Lúcifer, só é usado para atrair pessoas as igrejas neo-pentecostais.

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A comédia que se tornou divina

Como se pode observar, Lavoisier estava muitíssimo correto - nada se cria, tudo se transforma -, em relação ao que existe na natureza e nos seus derivados(coisas que o homem desenvolve).
Os computadores que temos hoje, não são fruto da guerra fria e sua evolução tecnológica, mas sim, o desenvolvimento racional-cartesiano de várias décadas. O mesmo ocorre com a música; para termos a acústica dos dias de hoje foi necessário mais ou menos dez mil anos de progresso.

É fato, algumas coisas ainda continuam paradas no tempo, esperando por uma alma sensível, que de um toque mágico para melhorar o desempenho; o  saleiro é um exemplo, que desafia a lógica e nunca funciona quando você precisa; as garrafa térmicas não ficam para traz, sempre jorrando café muito além do copo.

Todo este processo evolutivo, também se repete no cenário cultural, seja no idioma, nas crenças e até mesmo na imaginação. As idéias que parecem lei atualmente, nem sempre existem por todo sempre. Por exemplo, o inferno que conhecemos hoje, com todos os detalhes - diabinhos e fogo - é criação de um escritor da idade média, chamado Dante Alighieri. Sua obra relata um passeio indo do inferno ao paraíso, passando pelo purgatório.

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Guerra é guerra que sacode a nossa terra.

Revisando meu acervo de palavras fúteis, encontrei um adjetivo em coma, machucado durante milênios de racionalismo e hipocrisia. Tentei fazer diferente, mas a frase anterior ficou uma cópia Abujamra. No entanto o meu plágio não muda o fato da paz ter virado um clichê barato, igual aquelas cenas de filmes românticos, no qual o casal corre na praia, com o homem indo de encontro à mulher e então, eles se abraçam e se beijam.

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O principio da burrice

Tenho ouvido muitos acadêmicos de direito comentar o principio da desigualdade, em que começou, quando o homem abandonou a condição de nômade; então um ser mais capcioso encontra outro bastante ignorante para defender seu pedaço de terra. Contudo, antes mesmo de existir o público e o privado, já existia a diferença.
Na escala do tempo é possível observar situações de lutas entre classes antes mesmo do homem , por exemplo: Imaginem o quanto as mitocôndrias ficam revoltadas por estarem trancafiadas dentro das células, sem poderem comunicar - se , não podendo assim formar um sindicato para protestar contra o glóbulos vermelhos que passeiam a vida inteira pelo corpo; também a rixa entre os leões, que disputam a posição de macho alfa para ter o maior numero de fêmeas; este fenômeno se repete em diversas outras espécies.
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Mão na Roda


A maioria das pessoas conhecem o fardo que é ser um cadeirante, pois ainda existem falta de adaptações nas grandes e médias cidades, para locais públicos e privados; isto já foi documentado em vário filmes, novelas, livros ou muitas vezes conhecemos pessoas que tem estas guerras travadas no dia-a- dia, seja por um meio fio sem rebaixamento ou um ônibus sem rampa. Contudo existe um aspecto que ainda não é lembrado: A acessibilidade financeira.
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Este não é o meu país

Escrevi este lixo quando estava treinando para o vestibular - não é atoa que não passei-  resolvendo então  posta-lo, pois não tenho nada melhor em mãos.

Imaginem o ancestral comum do homem desenvolvendo o uso do córtex cerebral, a caça se tornou coordenada pelos mais sábios e os mais fortes executavam o serviço. Existia desigualdade política, mas não social.

Resolver problemas que duram milênios não é tarefa fácil para nenhum político, e ainda mais em um país, chamado por alguns de pátria amada Brasil e por outros terra de ninguém. Existem ações de políticas públicas como o programa fome zero ou bolsa escola que tentam remediar o problema final, mas nenhum envolve diretamente a causa da segregação que nasceu nesta terra. A pobreza não é apenas social, também é moral.
 
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