Este
texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo
uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o
querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois
muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.
...continuação[3]
Conforme
as pessoas aprendem, seja, graduando-se ou então com as experiências de vida,
sua mentalidade cria novos conceitos e habilidades. Este indivíduo se coloca,
em outro patamar de idéias a partir de um novo conhecimento obtido, mas jamais
retorna ao nível anterior (Platão, através das histórias de Sócrates, demonstra
melhor este pensamento, por meio do mito da caverna). Com este novo
entendimento, o ser, expande a gama de possibilidades, mas isso, não significa
que o mundo acompanhe o mesmo ritmo. Não é porque uma pessoa começa a dominar
uma nova propriedade algébrica, que as outras pessoas ao seu arredor também
aprendam.
É
perfeitamente normal, que uma pessoa com certo grau de estudo possua um
vocabulário rebuscado, mas este ser, quando escreve, precisa analisar para que
se está escrevendo. Na grande maioria das vezes, se escreve para se comunicar –
o que é óbvio- então, o segundo passo seria selecionar um público, que no caso
de um texto científico seria o meio acadêmico. Contudo, não há sentido nenhum
em criar uma teoria para não ser usada, sendo assim, precisa se escrever para
todos e não para um grupo de pessoas que tem praticamente os mesmos
conhecimentos.
Vejamos
só um exemplo de complexidade, que neste caso, foi retirado do texto do Ciro
Flamarion Cardoso:
Deve notar-se que a preocupacao
holistica do marxismo
transcende, mesmo, a esfera estritamente humana. Natureza e
historia humanas aparecem como subsistemas da realidade do
mundo, ambos em movimento dialético autodeterminado mas,
por outro lado, vinculados um ao outro.[1]
Reescrevendo o mesmo texto de uma
forma menos maçante, teríamos como resultado:
A preocupação da interpretação do marxismo, vai além de analisar o ser humano profundamente, sendo que a natureza e a história da humanidade aparecem como coadjuvantes em relação há tudo que existe no mundo, no qual ambas estão interligadas, mas em movimento dialetico autodeterminado e independente uma da outra.[2]
A preocupação da interpretação do marxismo, vai além de analisar o ser humano profundamente, sendo que a natureza e a história da humanidade aparecem como coadjuvantes em relação há tudo que existe no mundo, no qual ambas estão interligadas, mas em movimento dialetico autodeterminado e independente uma da outra.[2]
No caso anterior, a única qualidade que se
perde, é a economia de espaço. Existem tantos outros escritos que possuem
complexidade maior ou igual ao citado anteriormente, mas não é necessário mostra-los
e reescreve-los, até porque, não é muito interessante fazer plágio.











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