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Festa de Junho

Felizmente acabou a minha sequencia de textos, que eu chamava de artigo, mas sabendo que não era. Diziam as vozes do destino que, faltava uma metodologia e uma teoria a ser seguida, não possuía uma cientificidade. Passei os incessantes dois minutos defendendo meu ponto de vista, até ceder.


Resolvi postar nesse blog para que minhas ideias não se perdessem no tempo, pois, tirando os erros de português e todo o resto que escrevi, o artigo é um colossal de revelações.


Percebam que estou sem prática na escrita, mas ainda sou um grande enrolador, tanto, que já foram dois parágrafos curtos e eu não escrevi nada. Todavia, ainda tenho uma carta na manga: falar mal dos feriados.
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As Veredas já percorridas

Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.  
Continuação... [7]
Há algum tempo atrás, se discutiu muito a falibilidade da história como ciência, se é que poderia ser considerada uma. Todo o trama deste debate, envolvia várias discussões como a relatividade histórica, em que tudo era interpretativo, então tudo poderia ser verdade ou mentira (a grosso modo, seria isso). Aparentemente, a discussão cessou e a história-ciência sobreviveu; contudo, alguns assuntos ficaram em aberto, pois os erros identificados no passado continuam a serem cometidos, mesmo com aviso prévio.
A falta de visão do mundo, não se dá porque podem ter-se duas visões diferentes sobre o mesmo assunto, mas sim, por não haver interpretações de quem deveria pensar. Quero dizer novamente, que as discussões se limitam ao clichê historicista, não chegando à sociedade, portando, não existe como uma pessoa discernir o que é positivo ou negativo, ou seja, o que prejudica ou colabora com a sociedade.
A história que as pessoas conhecem e desfrutam, seria a história enigmática de grandes figuras e sociedades, na qual é explorado o interessante ao senso comum, como por exemplo, documentários que mostram sociedades antigas como os incas fazendo sacrifícios de milhares de pessoas. Também usa - se a partícula de condição “se” para criar toda uma ficção inconcebível para a história, como dizer que, “se os incas não fizessem sacrifícios, hoje eles seriam super desenvolvidos e teriam dominado o mundo”. Esta história fraca e banal que toma o lugar da história cientifica, também cria pensamentos ilusórios, ao ponto, de através de uma ficção histórica – como a trama de anjos e demônios – criam pensamentos inexistentes que cogitam a existência de “iluminates”1. Este fenômeno pode ser explicado pelo que já foi proposto, em que, a história do “Discovery Channel”2 é mais acessível e compreensível que um artigo do Paul Veyne3. Contudo, não entendam isso como uma crítica ao escritor, mas sim, a ciência.
Conforme o tempo se passa, cada vez mais, se torna necessário procurar atalhos por caminhos já percorridos, pois existe a impressão que tudo já foi desvendado. Um problema que surge, é que as soluções ou teorias são pensadas de forma grandiosa, sem perceber que a resolução está no simples. E é por isso que há uma crítica à ciência na sua totalidade (incluindo as exatas) no parágrafo anterior. Vamos pensar em um problema sem solução, como por exemplo, semáforos para daltônicos. Um deputado irá legislar e proibir que os mesmos tirem habilitação, mas isso não resolveria o problema; já um cientista da informática irá querer computadorizar o carro e o sinaleiro, sincronizando - os e fazendo o carro parar quando o sinal estiver fechado, contudo, isto custaria alguns milhões só no projeto inicial; já a solução simples seria um sinaleiro com persianas independentes na frente de cada lâmpada, sendo que quando uma acende, a persiana abre, permite que a luz passe, podendo ser visualizada pelo motorista convencional e decifrada pelo daltônico, pois enquanto a persiana de uma lâmpada está aberta, as outras estão fechadas.
Todo esse paradigma parece um tanto quanto utópica, mas não é; só é necessário um primeiro impulso para a formação de uma marola, que ao chegar perto da costa ganha força e se torna um “Tsunami”. Com um mundo inundado de soluções simples, não se precisa mais de um impulso, pois quando a ideia se propaga, ela já cria sua própria força motriz.

1 Nome dado ao grupo que controla o mundo segundo a ficção “anjos e demônios”.
2
O Discovery Channel é um canal de televisão por assinatura distribuído pela Discovery Communications destinado a apresentação de documentários, séries e programas educativos sobre ciência, tecnologia, história, meio ambiente e geografia. (Definição: Wikipédia).

3
Historiador Francês.
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A Literatura Científica

Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.  

Continuação... [6]

 
 
Talvez a maior problemática do mundo sem solução, esteja na incoerência das pessoas em criticarem algo sem apresentar uma proposta de melhora, ou então, nem a procuram.
Para não entrar nesse túnel sem saída, alguns dos tópicos deste artigo foram escrito no que agora é a literatura científica. Usa-se a palavra literatura, por ser algo agradável, no qual a grande maioria das pessoas tem acesso, já a ciência - sendo algo mais lógico, coerente, racional - que passa do campo da imaginação, se materializando em “verdade”. O produto destes dois conceitos aparece mais nitidamente em o “Tranlucides Abstrata”, “A Revolução Tecnológica” e “A Literatura Científica”; enquanto isso, nos outros tópicos, quando essa metodologia aparece, é de maneira discreta, quase imperceptível.
O objetivo está longe de criar uma lei, que se torne uma verdade e todos a sigam. A ideia inicial é aumentar o debate, portando, que use essa forma de escrita, quem tiver interesse.
 
 
...Continuação 
 
   Texto 1, 2, 3, e 5 

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Revolução Tecnológica


Este texto, faz parte de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.  

 ...Continuação [5]
 
O que move o mundo são as tecnologias e não o dinheiro, o capital foi apenas uma maneira de ter controle das tecnologias. A edição deste artigo seria impossível sem um computador ou lápis e papéis, que são tecnologias. É possível escrever sem dinheiro, e é o que muitos fazem atualmente, inclusive o redator deste artigo, mas é impensável produzir algo sem os apetrechos citados anteriormente, até porque, seria como volta às civilizações antigas onde eram talhados os textos em placas de barro.
Os códigos e símbolos são um dos maiores divisores de águas de todos os tempos. A história foi o fator determinante para a transição dos homens nômades para agricultores, levando em consideração, tudo que ocorreu neste gigantesco período, foi passado de geração em geração, acumulou-se um aprendizado, ou seja, uma história. Esta, que só começou a ser materializada com o invento da escrita, como muitos afirmam. Então, pode-se dizer que, as linguagens reinventaram o homem, portanto, não existe motivo para limitar a comunicação.
 
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