Este texto, é o primeiro de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la.
Quando para -se para pensar, sobre o todo que nos cerca, chega- se a ser impossível conseguir distinguir o que é novo ou velho. È como se um turbilhão de imagens nos atingisse causando uma cegueira. São símbolos que vivem na mesma época e se misturam, apesar de suas idades possuírem milênios de diferença. Contudo, idade não é documento, um bom exemplo disto é o saleiro, que há muito tempo aguarda por uma alma bondosa e sensível para reinventá-lo, tornando-o realmente útil. Já as tecnologias mais recentes, se renovam no dia-a-dia – é incrível – tanto com conexões de alta velocidade, comunicações instantâneas ou robôs com precisões absurdas. A impressão que se tem, é de que as ferramentas do presente passam por mutações, com maior velocidade do que as do passado. O ontem, é tratado como um senhor de idade que não se pode questionar, cujo ato pode soar como desrespeito, entretanto, problemas antigos continuam sem soluções, como por exemplo, o leite que insiste em sair da caixa, desviando do copo, sendo atraído para o chão ou então o mundo, que insiste em desgastar as mesmas palavras já usadas no passado, tal como socialismo, capitalismo e comunismo.










