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Translucides Abstrata


Este texto, é o primeiro de uma série, que juntos formão um artigo, trazendo uma reflexão sobre a história, destinando - se, a todos que não o querem ler - mas pois incrível que pareça, isto não é uma piada - pois muitas vezes, as pessoas desistem da história por não compreende-la. 

Quando para -se para pensar, sobre o todo que nos cerca, chega- se a ser impossível conseguir distinguir o que é novo ou velho. È como se um turbilhão de imagens nos atingisse causando uma cegueira. São símbolos que vivem na mesma época e se misturam, apesar de suas idades possuírem milênios de diferença. Contudo, idade não é documento, um bom exemplo disto é o saleiro, que há muito tempo aguarda por uma alma bondosa e sensível para reinventá-lo, tornando-o realmente útil. Já as tecnologias mais recentes, se renovam no dia-a-dia – é incrível – tanto com conexões de alta velocidade, comunicações instantâneas ou robôs com precisões absurdas. A impressão que se tem, é de que as ferramentas do presente passam por mutações, com maior velocidade do que as do passado. O ontem, é tratado como um senhor de idade que não se pode questionar, cujo ato pode soar como desrespeito, entretanto, problemas antigos continuam sem soluções, como por exemplo, o leite que insiste em sair da caixa, desviando do copo, sendo atraído para o chão ou então o mundo, que insiste em desgastar as mesmas palavras já usadas no passado, tal como socialismo, capitalismo e comunismo.
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Outro ponto de vista sobre o mesmo ponto

Por algum momento, o silêncio impera e a fantástica fábrica de preconceitos, pausou a fabricação de discussões.
Até onde a memória alcança, a ultima grande discussão fabricada pela mídia que esteve em pauta foi a da homossexualidade, resultando em alterações no código penal. É compreensível a causa, mas toda esta besteira de leis e debates, que desviam a atenção do principal problema brasileiro, poderia ser evitada.
Parece assustador né? Sem dúvida, mas veja a seguinte reflexão:

Se um homem e uma mulher, um feio e a outra bonita ou vice e versa ficam juntos, é certo que estarão sujeitos a comentários e interpretações de terceiros, como por exemplo, piadas. Isto ocorre, por causa dos padrões e estereótipos pré-estabelecidos pela sociedade; o que o casal poderia fazer, é viver até que o meio a sua volta aceite a situação.

No caso criado anteriormente, aquelas pessoas teriam de viver sem o apoio da mídia ou da legislação e se, suas vontades de ficarem juntos fossem forte, passariam qualquer dificuldade e o mesmo, deveria se aplicar com as pessoas do mesmo sexo que são apaixonadas, até porque estes querem ser tratados como casais comuns.
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Minha Versão do Rio Grande do Sul

Ouvir falar de chimarrão, churrasco ou gre-nal sem lembrar-se do gigante extremo sul do Brasil, é impossível. Estas palavras são sinônimas de um estado que tem sua história assinalada pela resistência. Um povo diversificado, formado por portugueses, espanhóis, alemães, italianos, franceses, poloneses, africanos e indígenas. Esta miscigenação criou um linguajar próprio do estado.
Seja em Rio grande, onde ocorreu o fortalecimento do porto, para propiciar a colonização e criação de gado, em meados do século XVIII, seja em São Miguel Arcanjo, uma das cidades integrantes dos Sete Povos das Missões, onde Jesuítas espanhóis catequizavam indígenas, sabe-se que “guapo” significa forte, valente e bravo.
Tanto em Nova Petrópolis, onde conserva-se a arquitetura alemã, ou em Porto Alegre, cidade natal de Mário Quintana, sabe-se que “bate coxa” é dançar. Em Caxias do Sul, onde ocorreu grande imigração italiana destacando-se na vinicultura, ou em Santa Maria, cidade que ganhou lugar privilegiado na paleontologia, devido à descoberta dos possíveis dinossauros mais antigos do mundo, entende-se que “não ter alce” é equivalente a não dar trégua.
 
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