Revisando meu acervo de palavras fúteis, encontrei um adjetivo em coma, machucado durante milênios de racionalismo e hipocrisia. Tentei fazer diferente, mas a frase anterior ficou uma cópia Abujamra. No entanto o meu plágio não muda o fato da paz ter virado um clichê barato, igual aquelas cenas de filmes românticos, no qual o casal corre na praia, com o homem indo de encontro à mulher e então, eles se abraçam e se beijam.
Desgastado, maltratado, cuspido e nunca praticado, porem sempre utilizado como estratégia de marketing, bastante evidente na guerra contra o islamismo - "a guerra é para mante a paz", "com terrorismo não existe paz", "A guerra é produto da paz" e por ai vai - Porem, com o passar dos séculos, percebe -se que nunca houve trégua nas guerras e como a história sempre se repete, nunca existirá silêncio.
A invencibilidade islâmica concentra-se na alienação do seu povo, que acredita lutar por um objetivo, seja religioso (guerra santa) ou cultural (patriotismo). Um exército com soldados motivados e que lutam até a morte se tornam uma grande pedra no caminho, mesmo que este inimigo seja pequeno, como é o caso por exemplo do Afeganistão. Do outro lado existe um gigante imperialista com esclarecido objetivo econômico, mas que usam de propagandas como armas químicas na posse no inimigo, para motivar seus soldados. A ignorância se mantém ativado em ambos os lados. Enquanto o mundo não se comove a terceira guerra continua, vendo que, desde o final da segunda grande guerra - nunca sessou as mortes por armas de fogo.











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