Felizmente acabou a minha sequencia de textos, que eu chamava de artigo, mas sabendo que não era. Diziam as vozes do destino que, faltava uma metodologia e uma teoria a ser seguida, não possuía uma cientificidade. Passei os incessantes dois minutos defendendo meu ponto de vista, até ceder.
Resolvi postar nesse blog para que minhas ideias não se perdessem no tempo, pois, tirando os erros de português e todo o resto que escrevi, o artigo é um colossal de revelações.
Percebam que estou sem prática na escrita, mas ainda sou um grande enrolador, tanto, que já foram dois parágrafos curtos e eu não escrevi nada. Todavia, ainda tenho uma carta na manga: falar mal dos feriados.
Resolvi postar nesse blog para que minhas ideias não se perdessem no tempo, pois, tirando os erros de português e todo o resto que escrevi, o artigo é um colossal de revelações.
Percebam que estou sem prática na escrita, mas ainda sou um grande enrolador, tanto, que já foram dois parágrafos curtos e eu não escrevi nada. Todavia, ainda tenho uma carta na manga: falar mal dos feriados.
Aquela velha discussão, que os feriados eram criados para que a população festejasse esquecendo-se dos problemas, creio eu que esteja bastante desgastada e nisto boto fé. Só não entendo então o motivo da permanência de suas existências. Tudo bem, é feriado, é uma festa cultural, é dia de “San Joaum” como diz os “tradicionalistas”, mas me deixem em paz, não quero participar, será que preciso gritar por socorro para que me entendam? Alias os “tradicionalistas” só são tradicionais em dias festivos. Por que escutar Luiz Gonzaga só nesta data? Por que guardar as culturas em caixas abrindo-as somente em determinados dias do ano?
Já me queixei o suficiente. Pensando bem, até tenho um motivo para sorrir: onde resido está chovendo, com chuva não há fogo, logo, não teremos fogueira. Aleluia, ao menos isso. Mas se tivesse, torceria para alguém se queimar.











3 comentários:
Gostar de Luíz Gonzaga é gostar de história.Se pegarmos letras como Assum preto,notamos quão doce e sensível era o nosso primeiro lula.A história é percebida em traços regionalistas de sua geração em sua região.A festa faz parte da cultura pop brasileira.Eu gosto das pessoas da massa e sua cultura, pois essa é mais abrangente pela simplicidade.Pessoas infelismente,necessitam da idéia de pão e circo para disfarçar suas vidas vazias de afeto e compreenção...
Eu gosto de forró,inclusive,indico como fonte de brasilidade regional o cantor cearense Odair José com sua música "O casamento".
Me denuncio brasileira quando defendo a cultura popular brasileira, adoro essas raízes regionais, sem dúvida. Mas a questão levantada, me remete a outra leitura, seria o mesmo que dizer que apenas no "dia das mães", por exemplo, deveríamos reverenciar as progenitoras, e nos demais...sequer ligamos, ou lhe oferecemos um abraço. Mas deve ser válido, na correria em que vivemos. É uma questão de educação, não depende apenas do indivíduo, mas dele também.
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